Monday, January 04, 2010

Feliz 2013 - Ops! 13 dá azar... Feliz 0001


Metáforas e Terremotos e Maremotos sobre o filme 2012. Onde segundo o calendário maia, o mundo acaba. Precisamente em 21/12/12
Quem viu o filme leia. Quem não viu, não leia, pois vou comentar coisas sobre o filme que podem estragar o final.
Bom, dado o alerta, aí vai. Nesse filme que tanto quis ver na virada do ano. Vi que é um filme religioso.
O símbolo cristão rui no Rio de Janeiro, nenhum latino se salva. O Buda chora o leite derramado, seu discípulo se salva, mas perde uma perna, (dois chineses e uma chinesa velha se salvam) ou seja, não haverá tecnologia pequena no futuro (não haverá pureza de raça chinesa a não ser que a velha engravide). Mas o presidente orou na capela direitinho e optou por morrer (veja bem, ELE decidiu, não foi vítima) morreu como um mártir. Seu último marketing pessoal. E se despediu com a sensacional frase: - Vai que eu fico. Vai pra onde a vida de que um cientista vale mais que a de velhos políticos. O Indiano que descobriu tudo primeiro que todo mundo, é traído e todos indianos se afogam. Três dos cinco russos que aparecem no filme morrem, o gordo rico, sua esposa traidora e seu amante. Pouparam os filhos gêmeos, (gordos, ruivos, arrogantes mimados e de cabelos crespos). Mais uma vez, não haverá pureza de raça russa a não ser que um dos irmãos seja uma menina (andrógina transexual) mesmo assim seus filhos nasceriam retardados. O casal que começa separado termina junto e o segundo marido morre, consolidando conceitos da religião e seus casamentos tradicionais. Repetindo o discurso religioso de morte a todas os amantes, traidoras e novas formas de família com pais criando filhos do primeiro casamento. O presidente italiano morre bravamente parado rezando no meio da multidão dentro da capela cistina, junto com o papa, amassados pelo dedo de deus. Essa parte eu gostei. A panela protestante se salva e a plebe com suas variadas religiões agoniza. Foi preciso um negro (segundo mocinho do filme, sim, tem um mocinho negro e um mocinho branco por causa da cota) pra quebrar o protocolo, dar uma de mano e lembrar os direitos dos mano( direitos humanos) e salvar a ralé. Pergunta: Como aquela velhinha conseguiu subir naquela nave gigante? Quem foi que projetou uma puta nave e não colocou um parapeito na plataforma? Pra que servia aquela escadinha embaixo da rampa? Depois que desceram do avião com o Bentley, porque não seguiram de carro até a nave? Se o carro quebrou e foram a pé a estrada, e depois pegara uma caminhonete fuleira, ou a estrada deveria estar pertinho ou a caminhonete voou. Porque chegaram no mesmo tempo que o gordo russo que foi de helicóptero. A melhor parte foi quando o segundo marido grita: Cuidado com a rosquinha! O mundo rachando ao meio e o cara grita: Cuidado com a rosquinha! Hilário. Outro momento hilário é a animação do blog do radialista. Adorei. Legal também é ficar procurando pessoas iguais no poster. Copy and paste descarado. Ao final, o início de Waterloo. Pelo menos não ergueram a bandeira americana. mas a vida de toda aquela nave foi salva por um americano. O filme vale mesmo pelos efeitos. São bem realistas e nos fazem imaginar o que fazer pra sobreviver. Não é ter grana, nem ter bens, é ter conhecidos, ouvir os loucos, invadir áreas proibidas, prevaricar de seu chefe, contar com a sorte e o mais importante... Ser AMERICANO!!.

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